Arquivo | março, 2008

Centenário da Imigração Japonesa no Brasil- Um pouquinho de Sushi

27 mar

No dia 18/06/1908, chega ao Brasil, no Porto de Santos, o navio Kasato Maru trazendo as primeiras 165 famílias japonesas que viriam trabalhar nas lavouras. Apesar das dificuldades, o povo japonês que ficou aqui contribuiu e muito para o crescimento do Brasil e também para a disseminação de sua cultura pelo país. Como reconhecimento o governo brasileiro vai preparar festividades para comemorar a data dos 100 anos da Imigração Japonesa no Brasil, uma vez que são mais de 1,5 milhão de nikkeis (descendentes de japoneses que nasceram fora do Japão) sendo a maior comunidade nipônica fora do Japão. (Nippo Brasília).

Mas, para nós o que importa neste momento é falar do maior legado gastronômico que o Japão espalhou pelo mundo. Falo evidentemente, dos sushis. São várias as histórias que explicam a origem do alimento, mas é importante sabermos que ele surgiu primeiramente como um modo de conservação do peixe. Os antigos embrulhavam o peixe no meio do arroz e deixavam-no fermentar durante alguns meses antes de consumir. As propriedades do arroz ajudavam a conservar o alimento além de fornecer excelente fonte de nutrientes.

O sushi como conhecemos é uma espécie de “enroladinho” de arroz japonês e alga (pode ser enrolado com verduras também, como acelga) que leva os mais variados recheios como os frutos do mar e verduras. A alga mais comum para se enrolar os sushis é a nori, que é facilmente encontrada em mercados municipais e lojas com artigos japoneses.  

 Vamos conhecer os principais tipos de sushi e em seguida eu te passo 10 dicas para poder aproveitar bem todas as propriedades da rica culinária japonesa.  

Tipos de Sushi:    

 

0061.jpg

Niguirizushi: Pequena porção de arroz coberta por uma fatia de peixe ou frutos do mar crus. Pode ser: atum, peixe branco, camarão, kani-kama, salmão, lula, enguia, polvo e outros. 

 

   013.jpg

 Uramaki: Arroz sobre a folha de alga. Ura quer dizer fora. A alga fica dentro e o arroz fora. Leva diversos recheios, mas o diferencial é que é salpicado com gergelim torrado o que confere um sabor bem especial. 

 

 temaki_sushi001_large1.jpg 

Temaki: Cones de algas recheados com arroz, peixe cru ou frutos do mar e legumes.  

 

   cg_japan_97b_220y.jpg

 Gunkan Maki: Arroz enrolado por algas marinhas e recheado com peixe cru, frutos do mar, ovas de peixes e legumes.  

 

 sashimipeq.jpg

Sashimis: Fatias de diversos tipos de peixe. É comum acompanhar com wasabi (raiz forte) e molho shoyu.  Os mais populares tipos de sashimi são:

Maguro:atum;
Toro: atum gordo;
ka: lula;
Tako: polvo;
Ebi: camarão ou lagosta;
Saba: cavala (espécie de peixe);
Sake: salmão.

 

 

10 dicas para comer sushi:

  1. Na hora de comer o niguirizushi (o bolinho de peixe em cima do arroz) não se molha no shoyu o arroz, mas sim o peixe. 

 2. Quer provar o wasabi, mas não sabe como ? Coloque um pouco de raiz forte em um ponto do peixe. Algumas pessoas misturam shoyu em um pratinho e em seguida um pouquinho de raiz forte. Os japoneses chamam isso de banho de lama. Outra coisa, eles recomendam que não se coloque shoyu em sushis que já venham temperados com outro molho, porque não se sente direito o gosto. Moderação. 

3. Quer matar um sushiman de vergonha? Então espete a comida com os hashis os pauzinhos). Nunca faça isso. Caso não consiga pegar,  peça para lhe trazerem um hashi com um elástico o que vai facilitar a sua vida.

 4. Abriu os hashis, nada de esfregar um no outro. É rídiculo e desnessário.  

5.  Sabe a toalhinha quentinha que vem à mesa? É para limpar as mãos. Sei que parece óbvio, mas já vi gente colocando sobre o colo. 

 6. O gengibre serve para neutralizar o paladar entre um sushi e outro. Assim como o nabo que vem bem fatiado.  

7. Existe um ritual especial à mesa para tomar o saquê. Levante o seu copinho para receber a bebida, servida sempre por seu vizinho de mesa, apoiando-o com a mão esquerda e segurando-o com a direita. É imprescindível que você sirva o seu vizinho de mesa porque não é de bom tom servir a si próprio. O copo de saquê deve sempre ficar cheio até o final da refeição. A tradição manda fazer um brinde, Campai, esvaziando o copinho num só gole. É sinal de hospitalidade e atenção. (Terra Culinária).  

8. Come-se o sushi inteiro de uma vez, e não em pedaços. 

 9. Não aponte os hashis para alguém ou algo e nem fique movendo eles pelo ar.  

10. Não passe comida diretamente de seu hashi para o hashi de outra pessoa.   

Anúncios

Cantina Mamma Carmela

27 mar

 É bem possível que esta cantina não seja tão conhecida. Ela fica em um bairro um pouquinho distante do centro, mas, não perde em absolutamente nada para nenhuma cantina famosa. Pelo contrário, é uma das melhores de Curitiba. Decorada como as “tratorias” italianas ela possui mesas simples cobertas com toalha verde e xadrez, alguns quadros e pintura clara. O que mais chama a atenção é o cheiro delicioso que vem da cozinha, o que realmente lembra uma cantina de mamma. É um ambiente muito aconchegante e organizado.  

Comandada pela proprietária e cozinheira Sonis que serve há mais de 25 anos o melhor fusilé da cidade e não é só. Todas as massas são preparadas na hora e, portanto são muito frescas. Os molhos são feitos apenas com produtos naturais e com a melhor procedência. Para se ter uma idéia, os pratos demoram em média uns 40 min pra ficarem prontos. O fusili (parafuso) que é o carro chefe é confeccionado individualmente com um pequeno palitinho de metal. Daí o prato foi adaptado e surgiu o fusilé: filé mignon ou carne de frango empanados e recobertos por uma generosa camada de fusilis com molho quatro queijos e ao sugo. Depois, é gratinado e servido com parmesão ralado de primeiríssima qualidade. Detalhe: Este prato serve umas três pessoas e custa pouco, muito pouco. Vale a pena conhecer.       

Serviço: Cozinha: Italiana.


End.: Avenida Anita Garibaldi, 1754, Ahú, Curitiba


Telefone: (41) 3254-2484


Horário: Todos os dias de 11h30 às 14h e 18h30 às 23h.


Capacidade: 60

Estacionamento: Próprio

Valor: R$ 70 o casal em média  

          

O Peru é aqui

26 mar

pachamama-camarones.jpg

 Sabrina Demozzi

Quer conhecer uma cozinha internacional diferente e tão próxima de tudo o que você imagina? Pois o Tempero Mental indica o maravilhoso Restaurante Peruano “Pachamama” que na língua nativa quer dizer “Mãe Terra”.  É com este espírito de tradição que o restaurante pretende oferecer os seus serviços. Toda a decoração é tipicamente peruana, com estofamentos recobertos com lã de alpaca (um parente próximo da Lhama), adornos feitos em bronze e cobre, fotos e o cardápio tipicamente peruano. O mais bacana é que o chef Carlos Alberto vem pessoalmente à mesa dos clientes explicar cada prato. Que, aliás, levam ingredientes importados diretamente do Peru. Desde a entrada até os pratos principais o que se pode dizer é que os sabores são realmente inconfundíveis e originais. Mas mesmo assim todos vão se identificar com a comida.

A sugestão de prato são as batatas com molho de amendoim como entrada e como prato principal o delicioso  “camarones a la miel de naranja” que são camarões rosa empanados com quinoa real e cobertos com molho de laranja, com acompanhamento de arroz branco e passas . Se preferir uma sopa nos dias mais frios, a idéia é pedir a sopa de camarões. Nota 10.       

Serviço:  RESTAURANTE PACHAMAMA  

Endereço: Rua Pasteur, 600   Bairro: Água Verde   

Telefone: 41 3079 2975   

Horário: De terça a domingo das 11h às 15 e das 18h às 23h   

Forma de Pagamento: Cartão de Crédito, Cartão de Débito   

Estacionamento Próprio   

Valor: A partir de R$ 30 por pessoa.    

 

 

pachamama.jpg

A Festa de Babette

25 mar

abrette.jpg

“O artista só espera uma oportunidade para oferecer sua arte ao público.”

No próximo dia 19 de abril o canal da televisão paga “Tele Cine Cult” vai exibir um clássico do cinema gastronômico. O filme em questão é o maravilhoso “A Festa de Babette” do diretor dinamarquês Gabriel Axel. Ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Prêmio do Júri Ecumênico no Festival de Cannes a obra é um primor de roteiro e interpretação. A atriz Stéphane Audran interpretando a misteriosa Babette vale o filme.

Para quem não conhece a história aí vai uma breve sinopse: Em uma longínqua (e bota longe nisso) vila na costa da Dinamarca vivem as irmãs Martina e Philippa que são filhas de um pastor protestante muito devoto que prega a salvação humana por meio da renúncia. As irmãs abrem mão de suas paixões na juventude em nome da fé e das suas obrigações e mesmo após a morte do pai elas ainda se esforçam em manter viva a tradição religiosa do pastor entre a comunidade. Em um dia chuvoso chega à casa das irmãs, Babette. Uma misteriosa refugiada da guerra civil Francesa que pede encarecidamente que as irmãs deixam-na ficar ali e não se importa em trabalhar de graça para elas.

A partir deste momento a vida das irmãs e das pessoas do pequeno povoado começa a mudar. A relação entre as irmãs e Babette é amistosa. Tanto que em uma cena elas a ensinam a fazer uma sopa de pão preto que ao que parece é a única coisa que elas sabem e podem comer, uma vez que renunciaram aos prazeres da vida para obedecer aos ensinamentos do pai.

Num determinado dia elas recebem uma carta de Paris e receosas a entregam a Babette. Na verdade, ela ganhou um grande prêmio de loteria e se oferece para preparar um banquete na comemoração do centenário do pai falecido das irmãs. A partir deste momento o que se vê é a busca de Babette pelos melhores ingredientes.

Ela não mede esforços, inclusive para encomendar produtos da França. Os mais velhos do povoado se assustam com aquela infinidade de mercadorias que jamais provaram. São codornas, uma tartaruga enorme, legumes e temperos. Enquanto trabalha, ela não imagina que os moradores estão assustados com a perspectiva deste jantar, pois acreditam que vão perder as suas almas por deleitam-se com os prazeres terrenos. Sendo assim resolvem boicotar o jantar, ou seja, não vão tecer nenhum comentário sobre o que é servido.

 O que é impossível. Um dos convidados é um general que foi apaixonado por uma das irmãs e que teve a oportunidade de jantar nos melhores restaurantes da Europa. Qual não é a sua surpresa ao se deparar com um verdadeiro festival de harmonização: a sopa de tartarugas, o Amontillado, o Blinis Demidoff e quando bebe estarrecido a champagne Veuve Clicquot 1860 com a “Cailles en Sarcophage” (Codorninhas marinadas recheadas com trufas e foie gras em cestinha de massa folhada) e para finalizar um clássico Clos Vougeot 1845. Ele impressionado conta que só comeu assim em um famoso restaurante de Paris: O Café Anglais (um dos mais famosos restaurantes parisienses da história). E o resto eu não posso contar.

O filme é uma elegia da boa mesa e mais ainda da sublimação que o alimento pode nos proporcionar. Todos os nossos sentidos são testados nas belas cenas de Babette preparando o seu famoso banquete, um dos momentos mais memoráveis da história do cinema. Para quem não tem TV paga a dica é alugar o DVD ou comprar, a média de preço é R$ 19. Imperdível. 

 

    

 

Tapas de Março

20 mar

Bares e restaurantes apóiam Festival de Curitiba 

A 17ª edição do Festival de Curitiba terá a participação dos bares e restaurantes da cidade. No total, 40 casas, associadas à Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Paraná (Abrasel-PR), irão apoiar os espetáculos, oferecendo refeições às companhias participantes. Além disso, os estabelecimentos irão participar de um guia específico com os bares e restaurantes da cidade, com a tiragem de 80 mil exemplares, trazendo foto, endereço e detalhes do estabelecimento. O festival acontece de 20 a 30 de março e terá mais de 300 espetáculos e performances apresentados. Teatros, bares, praças e ruas da capital paranaense serão palcos do evento.

Toda a poesia da flor de sal

20 mar

 

Sabrina Demozzi 

Imagine um alimento que é pura poesia. Desde o seu recolhimento até o seu uso. Imaginou? Pois eu vou te ajudar: Nos dias de muito calor se forma à superfície das salinas uma película fina e delicada de cristais de sal. Está aí o sal mais valioso do mundo, conhecido pelo belo nome de flor do sal. O fenômeno só acontece em dias especialmente bonitos, nas tardes quentes de verão em que brisas suaves tocam levemente a água do mar. A flor do sal é coletada à mão e é seca ao sol. Sua produção é limitadíssima e seu sabor e perfume são inconfundíveis. Lembra algo em torno de violeta e o sabor de avelã e iodo. Além disso, contém todos os 84 oligoelementos e micronutrientes encontrados no mar. Um nível adequado deste sal é muito importante para o bom funcionamento do nosso organismo.

            Ainda é pouco conhecido no Brasil, mas na França é bastante utilizado. A melhor origem de flor do sal do mundo é a Guérande na província Francesa da Bretagne. Um quilo deste sal custa em média R$ 78 e não é à toa que é chamado de ouro branco. Parte do fascínio está no fato de que o sal gourmet é um produto sazonal e acompanha o ritmo das estações. A produção acontece entre março e setembro, no verão quando o clima é favorável e o sal se cristaliza mais rápido pela evaporação, neste caso, a coleta é diária. Por outro lado, nos outros meses torna-se uma “caça ao tesouro”. São necessários 80 quilos de sal marinho bruto para produzir 1 quilo de flor de sal. Ao contrário do sal que conhecemos este é fonte natural de ferro, zinco, magnésio, iodo, flúor, sódio, potássio e cobre. Os cristais de sal são verdadeiramente enriquecidos com elementos minerais.               Assim como bons vinhos se distinguem pelas boas regiões produtoras também há diferentes áreas para a produção do sal, com seus próprios sabores e variados aromas. Os franceses lideram a produção, os portugueses em Algarve e os ingleses fazem o sal Maldon. No Brasil a Companhia das Ervas também está coletando a flor do sal e é considerada de primeira qualidade. Já está disponível em alguns pontos de venda nos sabores: in natura, alecrim, aipo, mix de pimentas, funghi e manjericão.      

 

  O uso             

 

Alguns chefs franceses afirmam que o uso deste sal torna o sabor dos alimentos muito especial. Os cristais são crocantes, mas logo desaparecem na boca. Realçam o sabor dos alimentos e acrescem a ele o particular gosto de mar e iodo. Os floquinhos preciosos combinam muito bem com saladas de alface e peixes assados. Também se usa na Itália para dar um gosto especial nas “flores de abobrinha fritas”. Também pode acompanhar batatas cozidas e assadas ou apenas salpicar sobre o pão com azeite. Eu acredito que para finalizar um prato com carneiro ou mignon deve ficar bem interessante.    

Onde encontrar: http://www.ciadaservas.com.br ou  www.emporiumsaopaulo.com.br Dá pra comprar pela internet.    

 

alaea.gif

 

    

Comida pornográfica

12 mar

Ou como disse a Folha de S.Paulo é imoral e engorda.              

Durante a minha aula optativa na Universidade Federal em História e Cultura da Alimentação, um conceito que me chamou a atenção (dentre outros) foi o de que hoje para estudarmos a alimentação moderna não podemos deixar de lado a questão da saúde. A tese do professor (doutor) Carlos Antunes é a de que para se compreender a alimentação é preciso colocá-la em sintonia com a dinâmica da sociedade. Ou seja, a própria dinâmica da sociedade determina o que se come. Sabemos que hoje há uma “nova inquisição”, uma espécie de caça às bruxas de alimentos proibidos em valorização da boa saúde. São muitos, mas podemos destacar principalmente as gorduras, carne vermelha, doces, frituras, massas entre outros alimentos. Além disso, estipula-se novas maneiras de comer; como alimentar-se de três em três horas, evitar carboidratos à noite e evitar assaltar a geladeira na madrugada.            

Em meio a tanta proibição há pessoas que simplesmente abstraem e comem. Pensando nessa filosofia de uma “ode à comida” sem restrições que surgiu nos Estados Unidos e no Reino Unido o movimento “Food Porn”. Foi usado pela primeira vez em 2003, como uma estratégia publicitária pelo Center for Science in the Public Interest (EUA) para se referir a uma linha de hambúrgueres de até 300 g da rede de fast-food Hardee’s.  

Como não podia ser diferente o movimento tem as suas musas e uma delas é bem conhecida do público brasileiro. Trata-se de Nigella Lawson. Uma inglesa tamanho GG, cabelos e olhos pretos, linda e que sussurra indecências gastronômicas no canal pago GNT. Pra quem não conhece eu vou postar um vídeo da moça aqui e vocês podem tirar as suas conclusões. Ela é a musa do “food porn” porque ela simplesmente ignora toda e qualquer restrição de alimento. Leite desnatado? Nem por decreto. Chocolate em excesso? Sim, por favor.            

Ela faz a receita, come ali mesmo na panela, dá uma gemida e depois no meio da madrugada pega a sua colherzinha e acaba de vez com o que sobrou. Não esqueço o dia em que ela chegou de algum Pub inglês e resolveu preparar um “lanchinho”. Eram tiras de bacon fritos (umas oito) , tomates inteiros, pão,queijo e doses generosas de molho inglês. E no novo programa dela “Nigella Express” que ela cozinha coisas em meia hora? No sábado passado ela preparou um ragú (cozido) de carneiro moído, com molho de tomate, bacon e queijo. Encheu um potinho, sentou na varanda e se acabou.            

Outra que é sucesso do “food porn” é a ítalo-americana Giada de Laurentis (neta do produtor Dino de Laurentiis e da atriz Silvana Mangano). Loira, linda e de olhos azuis é formada pela mais tradicional escola de gastronomia do mundo, a francesa Le Cordon Bleu. Ela apresenta programas culinários no canal “Food Network”. As duas fizeram um ensaio sensual para a revista “Esquire” e eu vou postar aqui uma das fotos. Só tenho a dizer que realmente admiro este culto à comida.  E o “fetiche” pelos pratos escandalosamente calóricos e os decotes generosos das apresentadoras podem sim, por que não, representar uma nova maneira de se pensar em comida. Pela sensualidade dos tabus, nos dias de hoje.     

giada.jpgGiada
             Para saber mais: Quem quiser conhecer um pouco mais do “food porn” eu recomendo o site www.foodporn.com. Ele parece um site de pornografia, mas aí é que está a graça. O menu traz receitas que tem como títulos “amadores, hardcore, ásia e libanesas”. As camisetas que estão à venda também merecem um clique: São brownies de chocolate, sanduíches enormes e demais “depravações”. Vale o clique.    

Vídeo da Nigella preparando uns potinhos absurdos de chocolate. Vale a pena clicar seguir o link.

 youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lrLKa2AAMbk