Mirepoix*

4 jun

mostrafoto

Estes dias fui almoçar no Mercado Municipal como meu amigo João Pedro, o intrépido, e depois tomar um café e conhecer o novo Mercado de Orgânicos de Curitiba (O Primeiro mercado permanente de orgânicos do Brasil). O João que é uma pessoa muito fina me perguntou que raio seria uma carne orgânica. Eu não sabia responder, daí um moço que estava no café, gentilmente nos explicou. Quer saber também? Então continua aqui.

Outra coisa legal é sobre uma “lujinha” na Inglaterra que vende tudo a granel (matéria publicada em maio naquela revista que é uma delícia, “Vida Simples”). Vou colocar um pedacinho dela e se você quiser continuar a ler, vai ter que visitar o site da revista (que é ótimo e faz bem para o coração).

Vamos lá:

O que é o cultivo orgânico de alimentos?

A Agricultura orgânica é uma forma sustentável de produção. Promove e estimula a biodiversidade, os ciclos biológicos e a atividade biológica do solo. Baseia-se no uso mínimo de insumos externos e em métodos que recuperam, mantêm e promovem a harmonia ecológica. O cultivo orgânico não utiliza pesticidas, herbicidas e fertilizantes químicos sintéticos e reconhece que a saúde humana está diretamente relacionada com a saúde do alimento que ingerimos. (Grupo Eco)

Como assim carne orgânica?

Então. O sistema orgânico de produção de carne bovina é aquele em que são adotadas tecnologias que façam uso sustentável dos recursos produtivos, onde haja preservação e ampliação da biodiversidade do ecossistema local, conservação do solo, água e ar. Além disso, deve ser independente em relação a fontes energéticas não-renováveis e eliminando os insumos artificiais tóxicos, como os agrotóxicos, organismos geneticamente modificados e outras substâncias contaminantes que possam prejudicar a saúde da população e o meio ambiente.

*O mais legal é em relação ao trato com animais. Para se produzir carne orgânica o produtor tem que obedecer alguns pressupostos que dizem respeito, em termos gerais, as necessidades do animal em relação ao espaço, movimentação, proteção contra o excesso de luz solar direta, acesso à água e forragem e comportamento próprio da espécie, para evitar o estresse.

*É proibido superadubar as pastagens colocando excesso de animais antes do início do processo de certificação, com a finalidade de aumentar-se à produção de massa verde.

* As instalações deverão permitir regulação de arrefecimento, ventilação, minimização de poeira, temperatura, umidade e concentração de gases.
*A amarração dos animais é proibida, salvo para ordenha, manejos específicos de sanidade ou para animais perigosos.
*Bezerros, animais jovens ou adultos, bem como outras categorias de rebanhos não deverão ser mantidos isolados dos outros, após duas semanas do nascimento. O IBD poderá, excepcionalmente, permitir para machos, animais doentes ou próximo de dar à luz.
*O desmame será feito em animais jovens após o fornecimento de leite de sua própria espécie dentro de um prazo que leve em conta o comportamento animal relevante da espécie.
* Alimentação forçada é proibida.
*A alimentação dos animais deverá ser orgânica. Se não for possível alimentar os animais totalmente com alimentos de qualidade orgânica, valem as diretrizes por tempo limitado a ser estipulado pelo IBD:

Adaptação do texto de Flávio Dutra de Resende1 ; Ricardo Signoretti Dias¹
¹ Pesquisador Científico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios – APTA Regional Alta Mogiana – Colina – SP

Mais em:
http://www.organicaalimentos.com.br
http://www.grupoeco.com.br
http://www.sic.org.br/organico.asp

picadinho-sem-embalagem-80

Sem saco para embalagem

Nesta loja na Inglaterra os produtos são vendidos a granel, como nos antigos armazéns de bairro

Por Marcia Bindo

Ao voltar das compras do mercado, repare na quantidade de lixo que você gera ao retirar tudo das embalagens para guardar a comida no armário. É muita caixa, pacote, saco plástico, tudo vazio, jogado fora. Foi assim que, ao chegar em casa com as compras, a inglesa Catherine Conway teve uma ideia bem sacada enquanto retirava o arroz da embalagem: uma loja que vendesse tudo a granel. Nada de pacotes.

Continua em http://vidasimples.abril.com.br- Seção “Picadinho”

*Mirepoix, o nome que intitula a coluna de hoje, é um termo francês que se utiliza para dar nome a mistura de legumes (cenoura, cebola, salsão) picados e refogados em azeite ou manteiga clarificada. Esse mix pode ser utilizado tanto no preparo dos caldos de carne e legume quanto servir de base aromática para carnes que vão permanecer muito tempo no cozimento. Guarde a receitinha!

Receita do mirepoix

50% de cebola
25% salsão
25% cenoura
Opção com alho poró
40% de cebola + 20% salsão + 20% cenoura + 20% alho poró.

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2 Respostas to “Mirepoix*”

  1. mirian setembro 15, 2009 às 5:01 pm #

    o nome deste caldo em frances é; boiun

  2. mirian setembro 15, 2009 às 5:02 pm #

    o nome deste caldo em frances é buion

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