Petrópolis e a saga da comida fria de hotel

13 set

Quando eu viajo, gosto muito de conhecer a culinária regional. Ver qual é a tradição, a cultura alimentar, como as pessoas preparam determinados alimentos e por aí vai. Fiz uma viagem para Petrópolis e dei uma passada em Parati no último feriado e saí meio chateada. Não com as cidades e nem as pessoas: aliás, isso foi o melhor da viagem. Mas, sim com alguns detalhes da organização da viagem que acabaram por oferecer um serviço questionável no quesito conforto e também qualidade das refeições. Não vou citar o nome, mas aproveito o espaço do meu blog para levantar esta questão: a de comprar gato por lebre. E um gato de má qualidade.

A maioria das pessoas não reclamou, não sei se por educação ou outro fator, mas se tem uma coisa que me deixa *p da cara é ser enganada. Comida mal feita, fria e de qualidade ruim (quando se está pagando uma soma considerável por isso) é algo que eu não aceito. Ficamos em um hotel em Petrópolis, bastante confortável, que servia uma comida feita às pressas, fria, feita sem capricho. Percebi ainda um reaproveitamento de alimentos mal disfarçado e uma demora no serviço.

As pessoas podem achar que eu sou exigente demais. Em parte é verdade. Mas, eu conheço o valor do meu dinheiro e exijo qualidade, pois tudo que faço na vida é baseado no princípio do fazer bem feito, com carinho e dedicação. Em segundo lugar: é uma falta de respeito muito grande com as pessoas oferecer alimento de qualquer maneira. Não sabe fazer bem: não faça. E não estamos falando de gastar com ingredientes caros, contratar chefs estrelados ou algo do tipo: estou falando de aproveitar bem os ingredientes que se possui, estudar receitas e variações, mudar o cardápio com produtos da estação. E por favor, manter o réchaud aceso quando servir uma sopa.

É pedir muito?

*Mas, como nem tudo está perdido conheci um lugar delicioso parecido com o Bar do Pudim aqui de Curitiba. O “Recreio do Bacalhau” que ficava na Rua 13 de maio, perto da Catedral em Petrópolis. Atendimento 10, cerveja gelada e bolinho de bacalhau quentinho, macio e saboroso por R$ 3,90 a unidade. Também pedimos uma porção de pastéis de camarão (R$ 12) que eram meio pequeninhos, mas o recheio estava delicioso.

 

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2 Respostas to “Petrópolis e a saga da comida fria de hotel”

  1. Pedro fevereiro 12, 2011 às 12:51 am #

    Iran, é você?!

    • temperomental fevereiro 14, 2011 às 10:22 am #

      Bem o blog é da Sabrina, mas se quiser me passar seu contato eu encaminho para o Iran.

      bjs.

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