Arquivo | agosto, 2012

O sanduíche do Elvis Presley

16 ago

Hoje (16/08) faz 35 anos que Elvis Presley (1935-1977), um dos maiores ícones construídos pela indústria do entretenimento americano, foi desta para uma melhor. Podem me chamar de negativa, mas a imagem que guardo dele não é a daquele garotão “rebolativo”, com voz incrível que enlouquecia as meninas na década de 50. Lembro dele gordo, com a roupa branca justíssima  fazendo shows em Las Vegas pra aqueles endinheirados, e depois de sua morte a legião de imitadores que surgem, copiando inclusive esta fase pouco glamorosa de sua carreira. Acho muito triste imitadores de Elvis. Não sei por quê.        

Mas como a data é comemorativa, dei uma pesquisada na internet em fóruns e blogs de gente que é fã do Elvis, pra ver o que as pessoas tinham a dizer sobre ele. Muitos sites referenciavam a briga eterna do “rei” contra a balança. Ele fazia várias dietas, mas gostava mesmo era de comer. Tanto que existe aí uma conversa que ele gostava de um sanduíche que se tornou o tal do “Sanduíche do Elvis”. Prepare-se para a bomba calórica: pão, manteiga de amendoim, banana e bacon. Eles tostam o pão na chapa colocam uma generosa camada de manteiga de amendoim, rodelas de banana e tirinhas de bacon tostadas. Fim. Dizem que o Elvis mandava vários desses, milk shake e batata-frita.

Há quem diga inclusive que ele não morreu tomando pílulas pra dormir e whisky, morreu de constipação intestinal, a famigerada prisão de ventre graças à sua alimentação pouco saudável. Se é verdade, eu não sei. Só sei que o sanduba dele  foi uma invenção em 1976 (há uma dúzia de versões dessa história) no restaurante Colorado Gold Mine Company. O nome era “Fool’s Gold Loaf”. Dizem, então que ele deu esta receita para o seu chef pessoal W. Pauline Nicholson para ter sempre à mão quando batesse aquela vontade de uma comidinha mais “gordurosa”…    

O sanduíche do Elvis é assim:

Pra terminar, uma das músicas que eu mais gosto do Elvis.

E o link se você quiser a receita!

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Baixas temperaturas

7 ago

Congelar alimentos é uma forma de conservação e também de armazenamento. Congele você também!

 

 

Os alimentos congelados, em especial aqueles industrializados cheio de conservantes, aromatizantes, etc., costumam ser “demonizados” pelos defensores da comida fresca e tradicional. Respeito o ponto de vista deles, para quem a indústria dos congelados tende a homogeneizar o gosto, destituindo a aparência, a textura e a consistência da comida. Por outro lado, considero também que os alimentos congelados são necessários graças à praticidade, conservação e acesso a determinados alimentos.

É lógico que não defendo que as pessoas saiam comprando congelados e apenas se alimentem disso. Mas defendo que as pessoas saibam como congelar suas preparações, seus legumes e verduras, frutas, polpas, molhos e etc., para que possam aproveitar melhor os alimentos. Quanta gente joga comida fora, ou deixa estragar porque não sabia que era possível congelar? Ensinar a fazer é uma coisa, e depois? O negócio é sério. Tanto que existem cursos, como no Senac SP que ensinam como as pessoas ligadas à gastronomia podem aperfeiçoar esta técnica em sua carreira profissional.

Aprender a congelar ajuda a economizar, comer de forma mais saudável e também variar o cardápio. Quer ver como? Comprando verduras e legumes em promoção e congelando (veja abaixo dicas para fazer isso corretamente) você sempre terá estes alimentos guardados mesmo quando eles estiverem caríssimos. Você até tem vontade de comer melhor, mas o que está à mão é um fast food, uma friturinha. Viu, se você tivesse congelado aquele estrogonofe de frango? Ou uma berinjelinha ou bife à parmegiana? Só descongelava! Congelando verduras, molhos, salgados, pizzas, frutas, sopas, polpas, pão, você sempre tem um alimento “de reserva” para emergências seja quais forem.

O “Guia da Cozinha” preparou algumas dicas bem legais para quem tem dúvidas sobre congelamento. Vale a pena acessar.